"Ontem chorei, vi nos olhos de uma criança, um olhar sem amanhã."

* Mostrar a realidade

A minha intenção ao colocar estas postagens é de mostrar todos os problemas que envolvem as crianças abandonadas.
Tanto os problemas relacionados ao abandono, como também os traumas, as mentiras, os preconceitos. O que envolve os pais que abandonam, os pais que adotam e os filhos adotivos.
Quando se toma uma decisão de adotar é uma responsabilidade muito grande,pois se trata de um ser humano, e as marcas e recordações ficaram pra vida toda.

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Bebê é encontrado em lixeira em Botucatu

O recém-nascido foi encontrado em uma lixeira, no Parque Marajoara, periferia de Botucatu. Jocelene Veloso Schott chegou na casa logo depois da meia noite e percebeu que alguma coisa se mexia no cesto. A noite estava fria e se não fosse encontrada logo, a criança poderia ter morrido. Ela não se conforma com a atitude de quem abandonou o bebê.
O recém-nascido foi trazido para o Pronto Socorro na área central de Botucatu, mas como o local é especializado em atendimento de adultos, o bebê foi transferido para o Hospital das Clínicas da Unesp, onde ficou internado e passa bem.

A equipe do hospital se surpreendeu com a chegada da criança. Em fotos feitas por um policial militar, dentro da pediatria, ainda dá pra ver o cordão umbilical. É um menino, pesando 2,895 kg. A criança tem bastante cabelo e ainda nem abriu os olhos. A enfermeira Fábia Büller Amaral trabalha no hospital há 14 anos e nunca tinha atendido a um caso parecido.

Marili Alegre, que também ajudou no atendimento, disse que toda equipe se comoveu. Ela até já batizou o menino. Se depender dos enfermeiros, ele vai se chamar João Pedro. A a mulher que salvou a vida do pequeno João Pedro ainda nem sabia que é um menino. Até mesmo os policiais que atenderam a chamada de dona Jocelene se emocionaram com a situação.

DOIS BEBÊS SÃO ENTREGUES POR SEMANA PARA DOAÇÃO EM SÃO PAULO.

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Além dos constantes abandonos de crianças em diversas cidades do Brasil, um estudo realizado pela Coordenadoria da Infância e da Juventude de São Paulo concluiu que neste semestre, 102 crianças foram entregues pelas mães para doação no estado. Como a entrega para acolhimento está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente, o ato não é considerado crime e as alegações como desemprego, pobreza entre outras motivam a entrega dos recém nascidos. Em caso de adoção os novos pais não saberão o nome da mãe biológica. Mais de oito mil e quinhentas pessoas estão na fila de espera para adotar uma criança. No dia 08 de julho, quatro crianças foram encontradas abandonadas em Piabetá. No sábado passado, um casal no Paraná deparou-se com uma criança dentro de um bueiro e na noite de segunda-feira (18), uma menina de apenas dois dias, ainda com o cordão umbilical foi abandonada num terreno baldio em Itaipuaçú, Niterói.

Nota do Redator: O artigo 133 do Código Penal Brasileiro prevê pena de detenção de seis meses a três anos por abandono de incapaz, podendo ser aumentada com reclusão de um a cinco anos se o abandono ocasionar lesão corporal grave. Em caso de morte, a punição é de 4 a doze anos de reclusão.

Detenção: Se dá após o julgamento do acusado.

Reclusão: Privação imediata da liberdade do acusado

Responsável pelo rapto de Ayana Milla, um bebê de apenas um dia de vida, Tanit Cardoso Peixoto, de 27 anos, irá responder por sequestro

O sequestro


Fingindo ser médica, Tanit sequestrou o bebê que estava dentro do Hospital São José dos Lírios, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O rapto aconteceu na noite da última sexta-feira (22).

A sequestradora entrou no quarto onde o bebê estava acompanhado da mãe e disse que era uma pediatra que levaria a criança para fazer exames do pezinho, do olhinho e da orelhinha.

Imagens do circuito interno de TV do hospital mostraram a suspeita entrando em um elevador com duas bolsas por volta das 19h. Quinze minutos depois, a mesma mulher, vestida de branco, é vista deixando a unidade de saúde. Pelas imagens, os pais do bebê reconheceram a suspeita.


Tanit está presa na 73ª DP de Neves e deve ser transferida ainda nesta tarde para a Polinter de Magé. "Ela se diz arrependida e afirma que o motivo do rapto foi o fato de querer ter ruma filha menina”, afirmou o delegado. Segundo ele, a mãe já reencontrou a filha. “A menina foi entregue a ela de madrugada no hospital”, completou.



Bebê é entregue a mãe

Emoção e alívio no reencontro da família


“Chorei muito. Primeira coisa que fiz foi dar de mamar para a minha filha. Foi a maior emoção da minha vida. Estou alegre e aliviada”, disse, emocionada, a atendente Eliza da Silva Barbosa, 27 anos, ao receber a filha Ayana das mãos do marido, o auxiliar de produção Joffre Lazarius, 27, na madrugada de domingo (24).

Após ficar quase 24 horas em poder da sequetradora, a bebê estava em boas condições de saúde e não apresentava marcas de violência. A criança foi retirada das mãos de Eliza, na tarde da última sexta-feira, por Tanit Cardoso, que simulou ser uma das médicas de plantão.
“Graças a Deus conseguimos reconstruir a nossa família”, comemorou o pai.
Moradora de Inhaúma, na zona norte do Rio, Eliza contou ter procurado a Casa de Saúde São José, em São Gonçalo, para tratar uma gravidez de risco.

"Minha pequena está aqui e não vai sair nunca mais. Sem mim, ela não vai nem para tomar banho". Assim a auxiliar administrativa, Elisa Silva Barbosa resumiu, na madrugada deste domingo, o alívio ao reencontrar a filha recém-nascida, Ayana Mlila, sequestrada dentro do hospital São José dos Líros, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, na sexta-feira passada. O pai da criança, Joffre Lazarius, foi até o distrito de Cordeiro, em Nova Friburgo, onde mora Tanit Cardoso Peixoto, de 27 anos, a ex-estagiária de enfermagem, que raptou a criança e, se dizendo arrependida, se apresentou à polícia horas depois.

Usando um jaleco branco e um carteira profissional falsa, Tanit entrou no hospital e se apresentou aos pais de Ayana como pediatra. Afirmou que precisava levar o bebê para fazer exames e fugiu com a criança dentro de uma bolsa, pela porta da frente da unidade.

Já com a filha nos braços, Eliza, muito emocionada, comparou o episódio a um pesadelo e afirmou que ela e a filha nasceram de novo. Não poupou críticas à segurança do hospital e, principalmente, à Tanit.

A sequestradora, mãe de dois meninos (3 e 6 anos), pediu perdão à família de Ayana e justificou sua atitude argumentando que sempre sonhou em ter uma filha. Segundo ela, até dois meses atrás, criava uma menina, que lhe foi dada pela mãe biológica. A mulher, porém, se arrependeu e exigiu que Tanit devolvesse a criança. A explicação, porém, não comoveu Eliza.



Sequestradora teria recebido ajuda para fugir



A suspeita de participação de uma segunda pessoa no seqüestro da recém-nascida Ayana Millan Barbosa de Moraes – sequestrada por uma falsa médica que invadiu a Casa de Saúde São José, no Zé Garoto, na última sexta-feira – fez com que policiais da 72ª DP (Mutuá) pedissem a quebra do sigilo bancário e telefônico de Tanit Cardoso Peixoto, de 27 anos.

O comparsa da acusada pode ter deixado a unidade hospitalar em um carro preto, quatro minutos após Tanit roubar o bebê. Ela se apresentou espontaneamente com o bebê na 154ª DP (Cordeiro), na tarde do último sábado, e foi autuada por sequestro qualificado.

A acusada alegou ter cometido o crime durante um surto psicótico após passar pela decepção de não conseguir adotar uma criança. Segundo a polícia, Tanit – que tem dois filhos homens, de 3 e 6 anos – contou que a justiça chegou a conceder a guarda provisória de uma menina para ela, mas a mãe da criança teria desistido de submetê-la à adoção. Embora tenha se apresentado como uma pessoa humilde, quatro advogados compareceram às duas delegacias para defender a seqüestradora.

Investigação - O delegado Geraldo Assed informou que vai investigar a versão apresentada por Tanit e analisar as imagens das câmeras de vigilâncias dos três hospitais por onde ela passou. O objetivo, segundo ele, é tentar descobrir se alguém a ajudou a fugir com a pequena Ayana. “Ela afirma que agiu sozinha e que foi até o hospital para visitar colegas de turma de seu curso de enfermagem, mas não apresentou nenhum documento que comprove que essa seja sua atividade profissional. No local, ela disse que teve a idéia de roubar o bebê. Contudo, as investigações continuam para tentarmos responder esses questionamentos ainda pendentes”, comentou Assed.

Versão - Ainda em seu depoimento, Tanit disse que saiu da Casa de Saúde São José sozinha e pegou um táxi na Rua Coronel Serrado. De lá, ela teria partido para Itaboraí, onde comprou roupas para bebês em uma loja infantil Em seguida, a acusada afirmou que fez baldeações em diferentes municípios até chegar a Cordeiro.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Livro sobre adoção.

Com tantas noticias ruins sobre crianças abandonadas e pais assassinos. Temos ums história de amor.
É uma história de adoção, mas escrito pela otica de um adotado. Ana Gomes hoje com 41 anos, foi adotada e sentiu na pela o abandono, as duvidas e os medos. Ela esta lançando este livro com sua história;

Ele se encontra no site http://www.agbook.com.br/

Eu recomendo!!!!

Bebe encontrado em bueiro na cidade de Londrina- PR

O bebê que foi encontrado, no sábado (16), em um bueiro recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na manhã desta segunda-feira (18). A menina será transferida para a enfermaria do setor pediátrico e não corre mais risco de morte, segundo informações da assessoria de imprensa do Hospital Universitário.


Ela já está mamando e não precisa da ajuda de aparelhos para respirar. Quando chegou ao hospital, apresentava uma fratura no crânio e várias escoriações, mas os ferimentos não afetaram o cérebro da menina que não terá sequelas.

A recém-nascida foi encontrada por um manobrista, Ênio Pereira, que levava seu cavalo para pastar. Quando passava perto de um bueiro da rua Jockey Clube, próxima à Pontifícia Universidade Católica (PUC), na zona oeste de Londrina, ouviu o choro da criança.

Ênio chamou seu cunhado para ajudá-lo e juntos retiraram a menina, que ainda estava com o cordão umbilical. A princípio, o manobrista achou que era um cabritinho, somente quando olhou percebeu que era uma criança.

A Polícia Civil já abriu um inquérito para investigar o caso, segundo o delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Márcio Amaro. Quem ficará responsável pelo caso é o delegado do 2º Distrito Policial, Marcos Rubira.

A mãe ainda não foi encontrada. Ela pode responder por tentativa de homicídio e abandono de incapaz.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Casa VIVA oferece tratamento para crianças e jovens viciados em crack

Rio de Janeiro (Folhapress) - Quando A. conheceu o crack, tinha apenas oito anos. Viciada, foi abandonada pela mãe aos dez, quando já roubava para sustentar o vício. Apanhava da família, já foi amarrada por bandidos para morrer. Hoje, com 14, a menina busca força de gente grande para passar pela desintoxicação.

A. está internada desde o dia 29, com mais nove menores, na Casa Viva, inaugurada em maio, na zona sul do Rio, para a reabilitação de crianças e adolescentes usuários de crack. O espaço recebe jovens de 8 a 14 anos em estado crítico de dependência.

Eles chegam encaminhados por abrigos ou pela polícia, em maio, a prefeitura determinou que sejam internados mesmo contra a sua vontade ou a de parentes.

"Não há um tempo certo de internação. Leva-se de 30 a 40 dias só para a criança começar a responder a algum tipo de tratamento", diz Cláudia de Castro, da 2ª Coordenadoria de Assistência Social da prefeitura.

A criança é assistida por cinco profissionais, de enfermeiros a psicólogos. Quando chega à casa, passa por exame clínico completo para verificar a existência de doenças como pneumonia, tuberculose ou DSTs.

Segundo Castro, alguns ficam agressivos durante o processo de desintoxicação. Elas têm hora para brincar, comer e dormir. Não há aulas e as brincadeiras são livres.

"O crack enguiça a pessoa. Eu sentia onda e esquecia até o caminho de casa", relata o menino W., 13.

Quando o menor apresenta uma melhora, agentes sociais verificam se a família tem estrutura para recebê-lo. "Não sendo possível, a gente tem uma rede de abrigos própria e conveniada, além da família acolhedora", explica Castro.

Meninas de 9 e 10 anos são encontradas mortas dentro de casa

13/07/2011


Sorocaba - Duas meninas, de 10 e 9 anos, foram mortas a facadas, ontem, em Sorocaba (99 km de SP). Para a polícia, o assassino conhecia as vítimas e a rotina da família. Mayara Natalie da Silva, 10, e Nicole Nogueira, 9, eram amigas há anos, moravam na mesma rua e haviam dormido na casa da primeira. Elas foram deixadas sozinhas pela mãe de Mayara, que saiu para trabalhar pouco antes das 6h.

Às 8h, o pai de Nicole foi até a casa de Mayara e, da rua, chamou a filha, mas não houve resposta. Pensando que elas estivessem dormindo, foi embora. "Tudo que eu quero agora é que a polícia encontre quem fez isso", disse Sebastião Nogueira, 65. As meninas foram encontradas por volta das 9h30 por um vizinha, que viu os corpos pela fresta de uma janela.

O delegado Acácio Leite afirmou que o assassino deve ter cometido o crime logo após a saída da mãe. "Ela [a mãe] deixou o portão trancado e a porta encostada. O autor deve ter entrado na casa com a permissão delas."

Os corpos foram achados vestidos e deitados nas camas. Tinham marcas de facadas nas costas e no pescoço. A provável arma do crime é uma faca de cozinha, que foi abandonada em um terreno em frente. A polícia investiga se elas foram estupradas. (Folhapress)